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Prefeito Duílio de Castro adere a consórcio para compra de vacinas e faz balanço de um ano desde primeiro Decreto Covid

Em vídeo divulgado nesta terça-feira (16) em suas redes sociais e do município, o prefeito de Sete Lagoas, Duílio de Castro, fez um balanço das ações e avanços desse a publicação do primeiro decreto municipal para a contenção da Covid-19 na cidade. Hoje, 16 de março, faz um ano da pandemia instaurada no município e do início das ações para conter a doença.

O prefeito fez um balanço positivo “Faz um ano da publicação do novo decreto, fomos a primeira cidade a decretar medidas restritivas e de isolamento social. Hoje temos vacinado todo o público acima de 80 anos e iniciamos nesta quarta a vacinação de idosos com 78 e 79 anos. Não precisa de correria, tem vacina para todos. Vacinaremos até 17h da tarde de hoje e amanhã, são três locais. Evitemos aglomerações que ocorreram em outras etapas da vacinação.  Toda estrutura está preparada”, afirmou. MATÉRIA AQUI.

Em vídeo ao lado do Secretário de Saúde, Dr. Flávio Pimenta, o prefeito também afirmou que busca a compra de vacinas para o município. “Estamos encaminhando o Projeto 155 para a Câmara Municipal, que nos autoriza a aderir a consórcio para a compra de vacinas. O objetivo é vacinar toda a população o mais rápido possível. Já vacinamos quase 11 mil pessoas. Mas hoje as vacinas chegam para o governo federal e seguem o Plano Nacional de Imunização. Mas estamos viabilizando outros caminhos para imunizar toda a população o quanto antes”, completou Duílio de Castro. 

GOVERNO FEDERAL - O Ministério da Saúde reforçou que municípios e Estados brasileiros têm autonomia para negociar e comprar vacinas contra a Covid-19. No entanto, frisou que todos os imunizantes devem ser entregues para a pasta, que fará a divisão igualitária para todo o território nacional.

"Somos um só país e não haverá essa divisão entre Norte e Sul, Leste e Oeste, ricos e pobres. Essa é a posição do Ministério da Saúde. Essa é a posição do SUS", declarou o ministro Eduardo Pazuello nesta segunda-feira (15). Betim, Belo Horizonte, Santa Luzia e Contagem são alguns dos municípios de Minas Gerais que fizeram acordos para comprar milhões de doses da Sputnik V, imunizante desenvolvido na Rússia.
 
A negociação é legal e pode ser concretizada mas, segundo Pazuello, todas as doses devem ser repassadas para o ministério. "Os Estados e municípios podem comprar vacina, sim. Eles podem comprar vacinas e o produto da compra desses Estados e municípios devem vir para o PNI (Programa Nacional de Imunização) para ser distribuído em todo o Brasil", frisou o chefe da pasta.
 
"O PNI é a base da vacinação do povo brasileiro, pelo SUS", declarou. Pazuello destacou, ainda, que “é preciso cuidado com as propostas e decisões paralelas". O ministro citou o consórcio de governadores do Nordeste que formalizou a compra de 37 milhões de doses da Sputnik V.

Segundo ele, o contrato fechado com a farmacêutica russa deve ser encaminhado para o ministério, que fará um segundo contrato para receber, financiar e distribuir as vacinas pelo PNI. "Não podíamos perder a compra de 37 milhões", destacou. (com portal O Tempo).

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