EXCLUSIVO: Cooperseltta pode parar de novo por falta de repasses da Turi e inércia da Prefeitura de Sete Lagoas
EXCLUSIVO: Cooperseltta pode parar de novo por falta de repasses da Turi e inércia da Prefeitura de
Trabalhadores apreensivos sem saber se conseguirão chegar ao trabalho. Empregadores preocupados sem saber se os funcionários terão condições de chegar ao trabalho. A paralisação, mesmo que parcial, do transporte público afeta a cidade como um todo, não apenas as centenas de famílias que dependem diretamente da Cooperseltta em Sete Lagoas.
Em um cenário alarmante, o transporte público da cidade enfrenta uma grave crise financeira. Recentemente, a TURI suspendeu todos os repasses de verbas devidos à Cooperseltta pela Câmara de Compensação Tarifária, após um bloqueio judicial. A medida deixou o sistema em uma situação desoladora.
De acordo com informações do presidente da Cooperseltta, Geraldinho do Transporte, a cooperativa vinha recebendo repasses esporádicos, mas desde o bloqueio, não há mais qualquer aporte financeiro. "O único dinheiro que tivemos acesso foi o valor de R$ 243 mil, que é irrisório diante da dívida da Turi conosco que ultrapassa R$ 3 milhões", afirma.
A situação se agrava com o estoque de óleo diesel se esgotando, o que compromete mais uma vez a operação dos ônibus. "Estamos rodando apenas até esta quarta-feira, e sem receber nada, não conseguiremos continuar", destacou Geraldo, expressando a urgência da situação.
Para tentar colocar um fim à crise, a Cooperseltta protocolou um documento na Procuradoria da Prefeitura e no Ministério Público na tarde desta segunda-feira (11), atualizando as autoridades sobre os valores e a situação desesperadora enfrentada. Geraldo enfatizou a necessidade de ação imediata por parte do poder público para evitar um novo colapso no transporte da cidade.
Usuários do transporte público de Sete Lagoas já estão sentindo os efeitos da crise há meses, com filas longas, ônibus lotados e horários não respeitados, além de preocupações com a falta de opções de transporte.
A situação atual levanta questões sobre a gestão do transporte público municipal e a irresponsabilidade da gestão Douglas Melo em assegurar que os serviços essenciais continuem funcionando. A população espera que medidas sejam tomadas para restaurar a normalidade no transporte público da cidade o quanto antes.
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